quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Mama Mia
Etiquetas:
Benny Andersson,
Bjorn Ulvaeus,
Filmes,
Grécia,
Ilha,
Mamma Mia,
Meryl Streep,
Pierce Borsman,
Verão
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Mamma Mia - Mamma Mia Soundtrack
Mamma Mia
DONNA
I've been cheated by you
since I dont know when.
So I made up my mind, it must come to an end
Look at me now, will I ever learn?
I don't know how but I suddenly lose control
There's a fire within my soul
Just one look and I can hear a bell ring
One more look and I forget everything
Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My My, just how much I've missed you?
Yes, I've been broken-hearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go?
Mamma mia, now I really know
My my, I could not have let you go
Look at me now
Will I ever learn
I don't know how
But I suddenly loose control
There's a fire within my soul.
Just one look and I can hear a bell ring
One more look and I forget everything
Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My, my, just how much I've missed you?
Yes, I've been brokenhearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go?
Mamma mia, now I really know
My my, I should not have let you go
DONNA
What the hell are you all doing here?
Well I'd love to stop and chat, but I
have to go and clean out my
handbag: or something
BILL
Age does not wither her.
HARRY
I was expecting a rather shout
matron
SAM
No she's still Donna.
DONNA / SAM / BILL / HARRY
Just one look and I can hear a bell ring
One more look and I forget everything
Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you?
Mamma mia, does it show again
My, my, just how much I've missed you?
Yes, I've been brokenhearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go?
Mamma mia, now I really know
My my, I should not have let you go
Etiquetas:
Abba,
Benny Andersson,
Bjorn Ulvaeus,
Grécia,
Meryl Streep,
Pierce Borsman
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Vergílio Ferreira
Vergílio Ferreira
Vergílio António Ferreira (Melo, Gouveia, 28 de Janeiro de 1916 — Lisboa, 1 de Março 1996) foi um escritor português.
Embora formado como professor (veja-se a referência aos professores de Manhã Submersa e Aparição), foi como escritor que mais se distinguiu.
O seu nome continua actualmente associado à literatura através da atribuição do Prémio Vergílio Ferreira.
Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões.
A sua vasta obra, geralmente dividida em ficção (romance, conto), ensaio e diário, costuma ser agrupada em dois periodos literários: o Neo-realismo e o Existencialismo.
Considera-se que Mudança é a obra que marca a transição entre os dois periodos.
Biografia
Filho de António Augusto Ferreira e Josefa Ferreira. ~
Em 1920, os pais de Vergílio Ferreira emigram para os Estados Unidos, deixando-o, com seus irmãos, ao cuidado de suas tias maternas.
Esta dolorosa separação é descrita em Nitido Nulo.
A neve - que virá a ser um dos elementos fundamentais do seu imaginário romanesco é o pano de fundo da infância e adolescência passadas na zona da Serra da Estrela.
Aos 10 anos, após uma peregrinação a Lourdes, entra no seminário do Fundão, que frequentará durante seis anos.
Esta vivência será o tema central de Manhã Submersa.
Em 1932, deixa o seminário e acaba o Curso Liceal no Liceu da Guarda.
Entra para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, continuando a dedicar-se à poesia, nunca publicada, salvo alguns versos lembrados em Conta-Corrente e, em 1939, escreve o seu primeiro romance, O Caminho Fica Longe.
Licenciou-se em Filologia Clássica em 1940.
Conclui o Estágio no Liceu D.João III (1942), em Coimbra. Começa a leccionar em Faro.
Publica o ensaio "Teria Camões lido Platão?" e, durante as férias, em Melo, escreve "Onde Tudo Foi Morrendo".
Em 1944, passa a leccionar no Liceu de Bragança, publica "Onde Tudo Foi Morrendo" e escreve "Vagão "J"".
Vergílio Ferreira morre em Lisboa, a 1 de Março de 1996 e é sepultado em Melo.
O Existencialismo em Vergílio Ferreira
— Vergílio Ferreira
Atravessa a sua obra o discurso da solidão, como um dos aspectos mais profundos da condição humana, sempre acompanhado pelo silêncio, que advém do abandono da entidade divina.
Perpassa, na obra deste autor, uma tentativa de elevar os problemas individuais à generalidade dos Homens uma vez que não se refere a um "eu" que fala de si, mas um "EU" mais amplo que se refere a todos os Homens.
Qualquer que seja a problemática tratada pelo este autor ela parte da reflexão sobre a questão do "eu" mas essa questionação avança, quase sempre, no sentido do homem ao Homem.
De qualquer forma, verificamos que em Vergílio Ferreira, a consciência do "eu" e da sua solidão manifestam-se através da visão, instrumento privilegiado de acesso ao pensamento reflexivo.
As personagens de Vergílio Ferreira assumem um papel questionador, procurando esse sentido uma vez que o mundo aparecia (…) sob a forma de uma absurda estupidez.
Por este motivo, Carlos Ceia observa que "o romance de Vergílio Ferreira é uma interrogação sobre a humanidade do homem".
Os protagonistas de Vergílio Ferreira são, antes de mais, questionadores e problematizores do real: uns desvinculadas ou em vias de se desvincularem da vida; outros, à procura de uma Estrela Polar, guia no caminho ou à espera da resposta E se Deus não existisse?
Os Diários
Durante treze anos (1981-1994) Vergílio Ferreira publicou nove volumes de diário, ao qual pôs o título genérico de Conta-Corrente. Os textos contidos nesses volumes vão desde Fevereiro de 1969 (altura em que iniciou a sua escrita) até Dezembro de 1992 (altura em que terá abandonado o género).
Os volumes subdividem-se em duas séries: a primeira composta por cinco volumes e a segunda composta por quatro volumes.
A publicação do diário de Vergílio Ferreira foi uma das poucas tempestades na bonançosa comunidade literária pós 25 de Abril, como também é «um documento precioso sobre a evolução da ideias do século XX português.
Vergílio Ferreira era um homem atento a tudo aquilo que o rodeava, quer tivesse interesse político, ou social, ou estético, ou literário.
O seu diário veio, assim, agitar a comunidade portuguesa pensante, criando alguns focos de conflito por um lado e manifestações de apoio por outro.
O autor já tinha por várias vezes tentado escrever um diário, mas foi só em 1969 que leva o seu projecto em frente: «Fiz cinquenta e três anos há dias. (...) É a opinião do Registo Civil (...). E então lembrei-me: e se eu tentasse uma vez mais o registo diário do que me foi afectando?» .
Esta frase é sem dúvida elucidativa das intenções do autor: primeiro, tentar escrever um registo diário; segundo, escrever nele tudo aquilo que o foi marcando. Nesta frase também se pode verificar que não é a primeira vez que o autor tenta escrever um diário: «e se eu tentasse mais uma vez».
O tentar escrever um diário é algo que está sempre presente, e, muitas vezes, a escrita desse mesmo diário torna-se difícil, pois o autor sente que se está a expor em demasiado perante o leitor, sente que o leitor pode “lê-lo”: «Extremamente difícil continuar este diário.(...) Que me leiam um romance, não me perturba. Mas não que me leiam a mim.» Existe a questão do íntimo sempre presente ao longo deste volume e o próprio autor refere que colocar ao alcance dos seus leitores a sua intimidade, os seus desabafos, não é propriamente algo que lhe agrada: «o desejo de “desabafar” não é propriamente um desejo sublime». Apesar de tudo a escrita do diário prossegue.
Mas, o que levou o autor a continuar o seu diário?
Segundo Eduardo Prado Coelho o diário «recorta sobre um fundo de impossibilidade de escrita. É na medida em que Vergílio Ferreira não tem a certeza de ser capaz de escrever ainda que suporta deslizar para este devir-feminino da escrita de um diário» .
O próprio Vergílio Ferreira coloca uma condição para continuar a escrever o diário: «A continuar, só optando pelo registo que transcende os limites pessoais.» . No entanto, a escrita do diário prosseguiu.
Obras
Ficção
1943 O Caminho fica Longe
1944 Onde Tudo foi Morrendo
1946 Vagão "J"
1949 Mudança
1953 A Face Sangrenta
1953 Manhã Submersa
1959 Aparição
1960 Cântico Final
1962 Estrela Polar
1963 Apelo da Noite
1965 Alegria Breve
1971 Nitido Nulo
1972 Apenas Homens
1974 Rápida, a Sombra
1976 Contos
1979 [Signo Sinal]
1983 Para Sempre
1986 Uma Esplanada Sobre o Mar
1987 Até ao Fim
1990 Em Nome da Terra
1993 Na Tua Face
1996 Cartas a Sandra
19?? A Palavra Mágica
Ensaios
1943 Sobre o Humorismo de Eça de Queirós
1957 Do Mundo Original
1958 Carta ao Futuro
1963 Da Fenomenologia a Sartre
1963 Interrogação ao Destino, Malraux
1965 Espaço do Invisivel I
1969 Invocação ao Meu Corpo
1976 Espaço do Invisivel II
1977 Espaço do Invisivel III
1981 Um Escritor Apresenta-se
1987 Espaço do Invisivel IV
1988 Arte Tempo
Diários
1980 Conta-Corrente I
1981 Conta-Corrente II
1983 Conta-Corrente III
1986 Conta-Corrente IV
1987 Conta-Corrente V
1992 Pensar
1993 Conta-Corrente-nova série I
1993 Conta-Corrente-nova série II
1994 Conta-Corrente-nova série III
1994 Conta-Corrente-nova série IV
in www.wikipedia.pt
Etiquetas:
Aparição,
Biografias,
escritor,
existêncialismo,
Manhã Submersa,
Professor,
Vergílio Ferreira
Aparição - Vergílio Ferreira
Na obra "Aparição", Vergílio Ferreira volta-se para o problema do homem que procura a sua verdade mais profunda e que quer entender o problema da sua relação com os outros, com a vida e com a arte.
O termo "aparição" significa exactamente a revelação instantânea de si a si próprio.
Em "Aparição", Alberto é um solitário que parece querer espalhar a sua verdade junto dos outros, inquietá-los com os problemas do Homem em face da vida.
Mas a sua comunicação não acontece, mesmo com Ana, que parece ser sua confidente; nem com Sofia, que prefere o absoluto da destruição, levando o mais longe possível as consequências de estar no mundo; ou com Carolino, que entende ao contrário a sua mensagem de vida.
Cada homem é único e cada um tem a sua verdade. Além disso, é um ser transitório, um ser para a morte, que se tenta ultrapassar a si próprio e só se consegue prepetuar através da arte.
Daí o lugar especial concedido à música que exprime cedência, fugacidade, e sempre transcência rumo ao absoluto.
E também a montanha ou a planície, com os seus sentidos cósmicos, a ligar o Homem a esse absoluto e simbolizar o permenente.
Dentro do pensamento existencialista, com Deus a perturbá-lo, há uma interrogação constante sobre a condição humana, sobre os problemas existenciais mais profundos.
Alberto tenta mostrar que a vida é uma coisa maravilhosa e que o recohecimento da morte ajuda a perceber o que de extraordinário se perde.
Etiquetas:
Aparição,
Covilhã,
escritor,
Évora,
existêncialismo,
livro,
Sofia,
Vergílio Ferreira
domingo, 4 de janeiro de 2009
Dream on Girl - Rita Redshoes
Dream on girl, dream on girl
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears
I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best place for your sleep
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down
Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Etiquetas:
Dream on Girl,
Musica,
novo talento,
Pop Music,
Rita Redshoes
Subscrever:
Mensagens (Atom)
