terça-feira, 7 de abril de 2009

MOUSSE DE CHOCOLATE


MOUSSE DE CHOCOLATE

INGREDIENTES:
1 tablete de chocolate
6 ovos
1 colher sopa manteiga
6 colheres sopa açúcar (rasas)




PREPARAÇÃO:

Derreta numa panela, em banho maria (ou com o lume baixo ficando sempre a mexer com uma colher para não pegar) a tablete partida aos bocados e a manteiga.
Separa as claras das gemas.
Bata as claras em castelo e vá deitando três colheres de açúcar à medida que elas sobem; bate até as claras ficarem duras.
Depois bata as gemas com o restante açúcar e junte (sempre com uma colher de pau) o chocolate derretido; continue a bater.
Junte a esta mistura as claras em castelo.
Tenha cuidado para mexer sempre com movimentos lentos e de cima para baixo.
Coloque a mousse numa taça ou em taças individuais e leve ao frigorífico.
Para não ficar com aquele líquido no fundo, experimente pôr a mousse no congelador assim que a acabar de a fazer.
Deixe estar durante duas ou três horas e passe-a para o frigorífico quando começar a solidificar.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

My Immortal- Evanescence


My Immortal
Evanescence
Composição: Ben Moody / Amy Lee

I'm so tired of being here
Suppressed by all my childish fears
And if you have to leave, I wish that you would just leave
'Cause your presence still lingers here and it won't leave me alone

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

You used to captivate me by your resonating light
Now I'm bound by the life you've left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams
Your voice it chased away all the sanity in me

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

I've tried so hard to tell myself that you're gone
But though you're still with me
I've been alone all along

When you cried I'd wipe away all of your tears
When you'd scream I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

sábado, 4 de abril de 2009

O gótico em Portugal


O gótico em Portugal foi um movimento artístico que se centrou no desenvolvimento da arquitectura e artes plásticas, focada sobretudo nas construções religiosas. Apareceu no final do século XII e prolongou-se através do estilo Manuelino (gótico tardio) até ao século XVI.



Arquitectura
Arquitectura gótica em Portugal

O estilo gótico aparece no último quarto do século XII, com as obras do Mosteiro de Alcobaça (começado em 1178 e habitado a partir de 1222).
O Mosteiro, fundado pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, para a Ordem Cisterciense, é a primeira obra totalmente gótica de Portugal.
Entretanto, a dissolução do estilo românico pelo gótico ocorreu lentamente, havendo muitas igrejas portuguesas de estilo de transição românico-gótico datando do século XIII e até do século XIV.

A expansão da arquitectura gótica em Portugal deveu muito às ordens religiosas mendicantes (franciscanos, dominicanos, carmelitas, agostinhos), que construíram vários mosteiros em cidades portuguesas nos séculos XIII e XIV.
Importantes exemplos são as igrejas franciscanas e dominicanas de Santarém e Guimarães, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha em Coimbra (hoje em ruínas), Mosteiro de São Francisco do Porto, Igreja do Convento do Carmo em Lisboa (hoje em ruínas e usado como museu arqueológico) e muitas outras.
Também as ordens medievais militares contribuíram para a expansão do gótico, por exemplo com Igreja de São João de Alporão de Santarém e o Mosteiro de Leça do Bailio (pertencente aos Cavaleiros Hospitalários), e com a Igreja de Santa Maria dos Olivais de Tomar (fundada pelos Cavaleiros Templários).
Algumas catedrais portuguesas também foram construídas em estilo gótico, como a Sé de Évora (séc XIII-XIV), a Sé de Silves (séc XIV-XV) e a Sé da Guarda (finais séc XIV-XVI).


Um marco na arquitectura gótica portuguesa é o Mosteiro da Batalha, construído a mando do rei D. João I para comemorar a vitória na Batalha de Aljubarrota contra os castelhanos.
A obra do mosteiro, começada em 1388 e que seguiu até o século XVI, introduziu o gótico internacional flamejante em Portugal, distanciando-se da estética mendicante. Esse mosteiro influenciou muitas obras de Portugal do século XV, como a Igreja da Graça de Santarém, a capela do Castelo de Leiria, a Sé da Guarda, o Convento da Nossa Senhora da Conceição de Beja, entre outros.

O dissolução do gótico pelo estilo renascentista ocorreu lentamente, sendo o estilo intermediário chamado manuelino devido a que coincidiu com o reinado do rei D. Manuel I (1495-1521).
O manuelino mistura formas arquitetónicas do gótico final com a decoração gótica e renascentista, criando um estilo tipicamente português.
A partir do Mosteiro de Jesus de Setúbal, considerado a primeira obra manuelina, o estilo espalha-se por Portugal e atinge o auge com a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém (Lisboa), a Igreja do Convento de Cristo de Tomar, as Capelas Imperfeitas e Claustro Real do Mosteiro da Batalha, além de muitos outros monumentos.

Além da arquitectura religiosa, muitos castelos foram construídos e/ou reformados em estilo gótico em Portugal, como os Castelos de Leiria, Estremoz, Beja, Bragança e Santa Maria da Feira.


Escultura
Escultura gótica em Portugal
Na escultura destacam-se os túmulos de D. Pedro I e de Inês de Castro, no Mosteiro de Alcobaça (séc XIV), os túmulos reais do Mosteiro da Batalha (séc XV), os túmulos da Sé de Lisboa, e das Sés de Braga e Évora (sécs XIV-XV) e muitos outros.
Na pintura destaca-se Nuno Gonçalves e os Panéis de São Vicente (cerca de 1470), atribuídos a ele e hoje no Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa.


O gótico e os descobrimentos
Durante o século XV e início do século XVI, os estilos gótico e manuelino foram levados pelos portugueses a seus domínios d'além mar, particularmente as ilhas atlânticas dos Açores e Madeira.
Por exemplo, a Sé do Funchal (capital da Ilha da Madeira), contruída entre 1493 e 1514, é uma típica igreja gótica-manuelina.
No Brasil, por outro lado, não há construções góticas ou manuelinas, devido ao facto de que a colonização do território começou a partir de 1530, quando o estilo renascentista já era o estilo usado em Portugal.

in www.wikipédia.pt

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Quiche de Atum (tarte)


Ingredientes (5 pessas)

. 1ma embalagem de massa folhada;
. 1 frasco médio de atum;
. 2 dcl de leite;
. 1 pacote de 200 ml de natas;
. 5 ovos crus e 3 ovos cozidos;
. 1 ramo de salsa picada;
. 50 gramas de queijo ralado;
. sal e pimenta q.b.

Preparação
Ligue o forno a 180º. Escorra o atum, forre uma forma de tatre com a massa e pique o fundo com um garfo. Desfaça o atum e espalhe-o dentro da forma, povilhando depois com a salsa. Corte em rodelas os ovos cozidos e espalhe-os por cima do atum.
Numa tigela misture os ovos com as natas e o leite, tempere com sal e pimenta, junte o queijo, misture bem e verta sobre o atum. Leve ao forno durante 35 minutos, retire e deixe arrefecer um pouco.
Sirva morno e decorado a gosto.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Salada de Frango



Salada de Frango

Ingredientes
1 frango assado em pedaços
2 dl azeite
1 alface
aipo
1 pimento(s) vermelho
100 g cogumelo(s)
1 molho salsa
100 g azeitona(s)
100 g noz(es)
2 c. sopa vinagre
1 c. chá sal
4 c. chá mostarda francesa
1 dente(s) de alho esmagado(s)

Preparação
1. Desossar o frango e cortar em bocadinhos.
2. Lavar os vegetais e cortá-los. Picar a salsa.
3. Dispor os ingredientes a vosso gosto, numa taça ou prato de serviço, espalhando por cima as azeitonas e as nozes cortadas em bocados não muito pequenos.
4. Numa tigela misturar o vinagre, a mostarda e as especiarias e acrescentar o azeite, mexendo sempre como para a maionese. É muito importante que o azeite esteja à temperatura ambiente.
5. Regar a salada com o molho, em movimentos circulares e servir bem fria.