sexta-feira, 5 de junho de 2009

The Sound of Music



The Sound of Music (br: A noviça rebelde / pt: Música no coração) é um filme norte americano de 1965, do género musical dramatico dirigido por Robert Wise, com Julie Andrews no papel principal.

O filme teve origem num musical da Broadway, cuja história é baseada na vida da família de cantores Von Trapp da Áustria. As canções são da autoria de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, com guião de Ernest Lehman.

Foi rodado principalmente em locações em Salzburgo, na Áustria, e na região da Baviera, na Alemanha.
O filme ganhou o Oscar de melhor filme em 1966, e é um dos musicais mais populares já produzidos. O álbum com a banda sonora foi nomeado para o Grammy de melhor álbum do ano.
Foi escolhido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para ser preservado no Registo Nacional de Filmes em 2001.


Sinopse
No final da década de 1930, quando o nazismo estava prestes a instaurar-se na Áustria e estava-se a preparar o Anschluss, a noviça Maria, que vive num convento de Salzburgo mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp, que tem sete filhos, é viúvo e os educa com rigor militar.
A chegada da noviça modifica drasticamente a vida da família von Trapp, ao trazer alegria e conquistar o carinho e o respeito das crianças.
Mas ela apaixonana-se pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa de Viena.


Elenco principal
Julie Andrews .... Maria
Christopher Plummer .... Capitão Georg von Trapp
Richard Haydn .... Max Detweiler
Peggy Wood .... Madre Abadessa
Anna Lee .... Irmã Margaretta
Portia Nelson .... Irmã Berthe
Ben Wright .... Herr Zeller
Daniel Truhitte .... Rolfe
Norma Varden .... Frau Schmidt
Marni Nixon .... Irmã Sophia
Gilchrist Stuart .... Franz
Evadne Baker .... Irmã Bernice
Doris Lloyd .... Baronesa Eberfeld
Charmian Carr .... Liesl von Trapp
Nicholas Hammond .... Friedrich von Trapp
Heather Menzies .... Louisa von Trapp
Duane Chase .... Kurt von Trapp
Angela Cartwright .... Brigitta von Trapp
Debbie Turner .... Marta von Trapp
Kym Karath .... Gretl von Trapp
Eleanor Parker .... Baronesa Elsa Schraeder

Principais prémios e indicações

Óscar 1966 (EUA)

Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor director, melhor montagem, melhor som e melhor banda sonora.
Indicado também nas categorias de melhor actriz (Julie Andrews), melhor actriz secundária (Peggy Wood), melhor fotografia, melhor direção de arte e melhor figurino.

Globo de Ouro 1966 (EUA)

Vencedor nas categorias de melhor filme - comédia/musical e melhor actriz em comédia/musical (Julie Andrews).
Indicado nas categorias de melhor realizador e melhor actriz secundária (Peggy Wood).

Prémio Eddie 1966 (EUA)

Vencedor na categoria de melhor montagem.

BAFTA 1966 (Reino Unido)

Indicado na categoria de melhor actriz britânica (Julie Andrews).

Curiosidades
A Noviça Rebelde seria inicialmente dirigido por William Wyler, que foi descartado por ter uma visão diferente da dos produtores para o filme.
O realizador Robert Wise chegou a cogitar o nome de Yul Brynner para interpretar o capitão Von Trapp.
O primeiro número musical de A Noviça rebelde, The Sound of Music, foi exatamente o último a ser rodado pelo elenco enquanto estava na Europa. As filmagens desta cena ocorreram em junho e julho de 1964.
A frente e os fundos da casa do capitão Von Trapp foram filmadas em dois locais diferentes em Salzburg, na Áustria.
Muita gente acredita que a famosa canção do filme, Edelweiss, seria uma tradicional canção austríaca; na verdade a ela foi escrita para o musical e é muito pouco conhecida na Áustria.
A canção Wind It Up, da cantora Gwen Stefani, é um remix de um dos musicais de A Noviça Rebelde, e o seu videoclip é inspirado no filme, que a cantora considera o seu favorito.
Este filme ocupa a quarta colocação na Lista dos 25 maiores musicais norte-americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

in www.wikipedia.pt

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Waking Up In Vegas - Katy Perry






You gotta help me out
It's all a blur last night
We need a taxi 'cause you're hung over and I'm broke
I lost my fake ID. but you lost the motel key
Spare me your freakin' dirty looks now don't blame me
You wannna cash out and get the hell outta town
Don't be a baby
Remember what you told me

Shut up and put your money where your mouth is
That's what you get for waking up in Vegas
Get up and shake the glitter off your clothes, now
That's what you get for waking up in Vegas

Why are these lights so bright
Oh, did we get hitched last night, dressed up like Elvis,
why am I wearing your class ring?
Don't call your mother
'Cause now we're partners in crime
Don't be a baby
Remember what you told me

Shut up and put your money where your mouth is
That's what you get for waking up in Vegas
Get up and shake the glitter off your clothes, now
That's what you get for waking up in Vegas

You got me into this
Information overload, situation lost control
Send out an S.O.S.
ha,and get some cash out
We're gonna tear up the town
No don't be a baby
Remember what you told me
Remember what you told me
Remember what you told me, told me, told me

Shut up and put your money where your mouth is
That's what you get for waking up in Vegas
Get up and shake the glitter off your clothes, now
That's what you get for waking up in Vegas
That's what you get, baby
Shake the glitter, shake, shake, shake the glitter
Give me some cash out baby
Give me some cash out baby

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Mundial da Criança



O Dia Mundial da Criança, oficialmente, é 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança.
Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país.

Em Portugal

Em Portugal, o dia das crianças é festejado no 1 de Junho, pois o mês de Maio homenageia Maria, mãe de Jesus.

No Brasil
No Brasil, o Dia da Criança é comemorado juntamente com o dia de Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 de Outubro, que é um feriado.

O Dia da Criança no Brasil foi criado na década de 1920, por proposta do deputado federal Galdino do Valle Filho. A Câmara aprovou a ideia e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, através do decreto nº 4867 de 5 de novembro de 1924.
Mas só em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela decidiu fazer uma promoção em conjunto com a Johnson & Johnson, para aumentar as suas vendas, lançando a "Semana do Bebê Robusto", é que a data passou a ser comemorada.
Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas de brinquedos.

A data noutros países

Albânia - 1 de Junho
Alemanha - 20 de Setembro
África Central (Congo, República Democrática do Congo, Camarões, Guiné Equatorial, Gabão, Chade, República Centro-Africana, São Tomé e Príncipe) - 25 de Dezembro
Angola - 1 de Junho
Argentina - segundo Domingo de Agosto
Armênia - 1 de Junho
Austrália - quarta Quarta-feira de Outubro
Azerbaijão - 1 de Junho
Benim - 1 de Junho
Bielorrússia - 1 de Junho
Bósnia e Herzegovina - 1 de Junho
Brasil - 12 de Outubro
Bulgária - 1 de Junho
Cabo Verde - 1 de Junho
Camboja - 1 de Junho
Canadá - 20 de Novembro
Cazaquistão - 1 de Junho
Chile - segundo Domingo de Agosto
Singapura - 1 de Outubro
Colômbia - Último Sábado de Abril [3]
Coreia do Norte - 2 de Junho
Coreia do Sul - 5 de Maio
Costa Rica - 9 de Setembro
Croácia - 1 de Junho
Celebração do Dia das Crianças no Equador,Cuba - terceiro Domingo de Julho
El Salvador - 1 de outubro
Equador - 1 de Junho
Eritreia - 1 de Junho
Eslováquia - 1 de Junho
Eslovénia - 1 de Junho
Espanha - 20 de Novembro
Estados Unidos da América - 3 de Junho (pode variar de estado para estado)
Estônia - 1 de Junho
Etiópia - 1 de Junho
Geórgia - 1 de Junho
Guatemala - 1 de Outubro
Guiné-Bissau - 1 de Junho
Honduras - 10 de Setembro
Hong Kong - 4 de Abril
Hungria - último Domingo de Maio
Iêmen - 1 de Junho
Índia - 14 de Novembro
Israel - 9 de Abril
Japão:
5 de Maio - Meninos
3 de Março - Meninas
Laos - 1 de Junho
Letônia - 1 de Junho
Lituânia - 1 de Junho
Macau - 1 de Junho
Malásia - 1 de Outubro
México - 30 de Abril
Moçambique - 1 de Junho
Moldávia- 1 de Junho
Mongólia - 1 de Junho
Montenegro - 1 de Junho
Nigéria - 27 de Maio
Nova Zelândia - primeiro Domingo de Março
Paquistão - 20 de Novembro
Paraguai - 16 de Agosto
Peru - 17 de Agosto
Polónia - 1 de Junho
República da Macedónia - 1 de Junho
República Popular da China - 1 de Junho
República Checa - 1 de Junho
Roménia - 1 de Junho
Rússia - 1 de Junho
Sérvia - 1 de Junho
Sri Lanka - 1 de Outubro
Suécia - primeira Segunda-feira de Outubro
Taiwan - 4 de Abril
Tadjiquistão - 1 de Junho
Tanzânia - 1 de Junho
Timor-Leste - 1 de Junho
Trinidad - primeira segunda-feira de outubro
Turcomenistão - 1 de Junho
Turquia - 23 de Abril
Uruguai - segundo Domingo de Agosto
Venezuela - terceiro Domingo de Agosto
Vietname - 1 de Junho

in www.wikipedia.pt

domingo, 31 de maio de 2009

Manifestação: Professores voltaram aos protestos em Lisboa- 80 mil chumbam política da ministra




Cerca de 80 mil professores, metade da classe docente, de todo o País, manifestaram-se ontem em Lisboa.
Durante duas horas, a avenida da Liberdade, entre o Marquês de Pombal e os Restauradores, voltou a encher-se de docentes, insatisfeitos com as políticas educativas.
Carlos Azedo é professor de Educação Física há 25 anos e foi de bicicleta para o protesto. "Estou a dar o exemplo aos alunos, é uma forma de reduzir emissões de CO2", explicou.
O docente de Serpa exige o "regresso da democracia directa à gestão escolar", mostrando-se contra a introdução da figura do director de escola.
Do Norte do País viajou Dora Faria, educadora-de-infância numa escola privada em Vila Nova de Famalicão. Concorda com a avaliação de desempenho, "mas não desta forma".
A docente lamentou que, nos concursos, os colegas do ensino público, "só com um mês de aulas, passem logo à frente dos do privado".
Nem os mais de 30 graus que se fizeram sentir na capital demoveram os professores de desfilar com cartazes, bandeiras e estandartes. À frente, seguiram os representantes das várias estruturas que integram a Plataforma Sindical.
Nos Restauradores, o discurso de Mário Nogueira foi aclamado pelos milhares de professores. O porta-voz da Plataforma Sindical e secretário-geral da Fenprof considerou a manifestação "grandiosa" e uma "lição de dignidade para quem há-de levar com mais lições." Sobre o Governo de José Sócrates, o dirigente sindical disse ser difícil dialogar. "Não que a maioria absoluta não seja democrática, mas com alguns governos, nomeadamente o socialista, o diálogo não é possível". Sobre a demissão da ministra, que tem sido exigida pelos professores, afirmou: "Quem se aguentou quatro anos aguenta-se mais três meses."

"É UM MODELO REPROVÁVEL" (Mário Nogueira, Porta-voz da Plataforma Sindical)

Correio da Manhã – Esta manifestação prova todo o descontentamento dos professores?

Mário Nogueira – Quando toda a gente pensava que era um momento de cansaço e de desgaste, quem olha vê que os professores não deixaram de acreditar que têm razão. Mais nenhuma classe profissional deste País mete 50 mil trabalhadores na rua.

– Um protesto a uma semana das eleições é positivo?

– 0s portugueses querem que os partidos assumam compromissos. É uma altura propícia para que digam o que pretendem fazer para a Educação.

– Aceita a substituição dos conselhos executivos por directores?

– É um modelo reprovável. Passam a prevalecer os interesses políticos e administrativos pela forma como têm sido escolhidos os directores.

CANDIDATA PROFESSORA FOI SAUDADA

Ilda Figueiredo, candidata da CDU às Europeias, também participou na manifestação dos professores e considerou que a defesa da Escola pública é essencial na "educação de qualidade das crianças e jovens do País".
Ilda Figueiredo manifestou o apoio da CDU à causa dos professores e afirmou que os profissionais precisam de estar motivados e de ser respeitados para que possam "exercer cabalmente a sua actividade".
Questionada pelo CM sobre se a sua presença não poderia ser entendida como uma partidarização da manifestação, a candidata comunista explicou que, "apesar de não estar a exercer, sou professora".

Na manifestação de ontem, não foram apenas os professores sindicalizados a marcar presença. Henrique Faria, professor de Educação Visual numa escola de Braga, disse ser um "desalinhado" por não integrar sindicatos.
Sobre a actualidade nas escolas, o professor de 41 anos queixou-se da "falta de autoridade" e pediu "maior responsabilização por parte dos pais". Apesar de ter entregue os objectivos individuais, obrigatórios, o professor, que dá aulas há 15 anos, mostrou-se "saturado" com o modelo e a burocracia.

Queixas partilhadas por Nuno Cardoso, professor do 1º ciclo em Odivelas. "O modelo tem muitas ambiguidades, prejudica os alunos."
O docente, de 32 anos, e com cinco de profissão critica a introdução da prova de aferição à entrada da carreira. "É uma resposta negativa à capacidade do Ensino Superior em formar professores", afirmou ao CM.
O receio de ser penalizado levou-o a entregar os objectivos individuais para a avaliação de desempenho. "Não há democracia, porque o Ministério não negoceia as propostas." É no 1º Ciclo que as crianças mais precisam de atenção. "O actual modelo não nos dá tempo para nos dedicarmos aos alunos."

QUATRO ANOS DE "DITADURA DA INTIMIDAÇÃO"

Nos Restauradores, os 80 mil docentes aprovaram uma moção em que alertam os candidatos a deputados para a urgência de uma "mudança radical na política educativa". No documento é criticada a "imagem socialmente negativa" criada em torno da classe nos últimos anos. "O Governo fez da maioria absoluta uma arma de arremesso contra a Escola Pública e contra os professores, transformou a maioria absoluta na ditadura da incompetência, arrogância e intimidação."

MINISTRA GARANTE QUE NÃO VAI RECUAR

Enquanto em Lisboa metade da classe docente protestava contra as políticas do Governo socialista, em Vila do Conde a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, entregava diplomas a alunos de um Centro de Novas Oportunidades. Sobre a manifestação, a ministra referiu que "os professores têm o direito a manifestar a sua insatisfação e o Governo tem o dever de prosseguir com as políticas públicas em defesa das escolas públicas".

DEPOIMENTOS

"POUCO TEMPO PARA DEDICAR ÀS CRIANÇAS" (Manuela Nunes, 1.º Ciclo, Almancil, Loulé)

"Gostava de ver mudado o actual modelo de avaliação porque obriga a fazer demasiados relatórios e deixa pouco tempo para nos dedicarmos às crianças. Apesar de ser professora titular, não concordo com a divisão por categorias."

"MODELO FAZ UMA PSEUDO-AVALIAÇÃO" (Maria João, 2.º Ciclo, Inglês/Alemão, Figueira da Foz)

"Concordo com a avaliação, mas não com este modelo de pseudo-avaliação. Gostaria de ser avaliada por alguém com capacidades para o fazer. Não entreguei os meus objectivos pessoais nem concordo com a divisão da carreira."

"SITUAÇÃO DESCEU DEMASIADO BAIXO" (José Lucas, 2.º Ciclo, História/Português, Coimbra)

"Não falho uma manifestação porque a situação do ensino já desceu demasiado baixo e o balanço é trágico. As escolas têm tarefas que não têm nada que ver com o ensino. Professores, alunos e escolas estão divididos."

"AMBIENTE DE POUCA EXIGÊNCIA COM ALUNOS" (Sérgio Valente, 2.º Ciclo, Matemática, Almada)

"Estou contra o actual modelo de avaliação e contra o estatuto da carreira de docente. O Ministério da Educação fomenta um ambiente de pouca exigência para com os alunos. É algo que gostaria de mudar."

NOTAS

SILÊNCIO: BOCA TAPADA

Na manifestação, algumas professoras ‘taparam’ a boca com autocolantes com a imagem da ministra e do primeiro-ministro, José Sócrates, em protesto contra as políticas na Educação.

PAULO PORTAS: ACUSA MINISTRA

Paulo Portas (CDS-PP) disse que a prioridade na Educação deve ser repor a "autoridade dos professores" nas escolas e acusou a ministra de querer "virar o País inteiro" contra os docentes.

FRANCISCO LOUÇÃ: CONTRA A PREPOTÊNCIA

Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, apoiou os professores que se manifestaram em Lisboa e afirmou estar contra a "prepotência do absolutismo do Ministério da Educação".

Edgar Nascimento / Valter Anacleto

in www.correiomanha.pt

Nota - estive presente nesta manifestação

sábado, 30 de maio de 2009

Crash (2004) - Colisão (PT)




Crash (br: Crash - no limite – pt: Colisão) é um filme norte-americano e alemão de 2004, do género drama, dirigido por Paul Haggis.

Estreou no Festival de Cinema de Toronto em setembro de 2004 e foi lançado internacionalmente em 2005.
O filme fala de preconceito em vários segmentos e trata sobre tensões raciais e sociais em Los Angeles.



Sinopse
O filme é ambientado em Los Angeles e mostra vários personagens que acabam se aproximando através de eventos aparentemente sem ligação a não ser o facto de terem sempre automóveis envolvidos, mas que, no final, interferem um no outro.
A maioria dos personagens retratados neste filme são, de alguma maneira, prejudicados pela sua etnia ou nível social e acabam envolvidos em conflitos que os forçam a examinar os seus próprios preconceitos.

Elenco
Sandra Bullock .... Jean Cabot
Don Cheadle .... detetive Graham Waters
Matt Dillon .... oficial John Ryan
Chris "Ludacris" Bridges .... Anthony
Brendan Fraser .... Rick Cabot
Michael Pena .... Daniel
Jennifer Esposito .... Ria
Tony Danza .... Fred
Thandie Newton .... Christine Thayer
Daniel Dae Kim .... Park
Terrence Howard .... Cameron
Ryan Phillippe .... oficial Hanson



Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor,numa cidade do sul da Califórnia.
O seu carro de luxo é roubado por dois assaltantes negros.
O roubo culmina num acidente que acaba por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um policia veterano que é racista, um detetive negro e o seu irmão ladrão de automóveis, um bem-sucedido director de cinema e sua esposa, e um imigrante iraniano e a sua filha.


Principais prémios e indicações

Oscar 2006 (EUA)

Prémios:

Óscar para Filme
Óscar para Roteiro Original
Óscar para Edição

Indicações:

Melhor Realizador
Melhor Actor secundário (Matt Dillon)
Melhor Canção Original (In the Deep).
Globo de Ouro 2006 (EUA)

Indicado nas categorias de Melhor Actor secundário (Matt Dillon) e Melhor Roteiro.
BAFTA 2006 (Reino Unido)

Prémios:

Melhor Actriz secundária(Thandie Newton)
Melhor Roteiro Original.
Indicações:

Melhor Filme
Melhor Realizador
Melhor Actor Secundário (Don Cheadle e Matt Dillon)
Melhor Fotografia
Melhor Edição
Melhor Som.
Prémio David di Donatello 2006 (Itália)

Venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Independent Spirit Awards 2006 (EUA)

Venceu nas categorias Melhor Filme de Estreia e de Melhor Actor Secundário (Matt Dillon).
Prêmio Edgar 2006 (EUA)

Venceu na categoria de Melhor Roteiro Cinematográfico.
Festival de Cinema de Deauville 2006 (França)

Recebeu o Grande Prémio Especial.

Curiosidades

Último filme a ganhar o Oscar de melhor filme sem ter sido indicado ao Globo de Ouro de melhor filme drama / comédia ou musical desde The Sting (1973).
Não é só nesse filme que Ludacris e Terrence Howard brigam, no filme Ritmo de um sonho eles também brigam.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Terminou o sonho de Michelle - PORTUGUESA CAI DIANTE REZAI (6-7 E 2-6) NA 3.ª RONDA DE ROLAND GARROS


Objectivamente, o sonho da portuguesa Michelle Brito continuar a surpreender em Paris terminou.
Diante da gaulesa Arvane Rezai, actual 57.ª jogadora mundial, a jovem lusa não foi capaz de superar a ansiedade em determinados momentos, nomeadamente no decorrer do "tie break" do primeiro "set" e perdeu 6-7(3) e 2-6. Depois da réplica oferecida em todo o parcial inaugural, no segundo, a tenista radicada nos Estados Unidos começou por vacilar.
Devido ao desaire anterior (logo de entrada) e, mais tarde, por óbvias dificuldades físicas, próprias de quem disputou 6 jogos num curto período. E quase todos com duração longa ou não fosse Michelle especialista em batalhas épicas...

Mas, se é verdade que este duelo com Rezai podia ter tido um final bem diferente, é justo realçar que Michelle fez uma grande prova na capital francesa. E se ultrapassar a fase de qualificação já teria sido um resultado interessante para quem tem somente 16 anos e, basicamente, não compete em terra batida, os dois triunfos no quadro principal foram... notáveis, com destaque para o segundo, conseguido diante da chinesa Jie Zheng, "apenas" a 15.ª jogadora WTA.

Michelle, depois de algumas exibições preocupantes, recuperou o ânimo e mostrou - aos portugueses e ao mundo - que tem mesmo potencial de campeã. Se vai conseguir chegar ao topo do ténis internacional é algo que ninguém pode assegurar, mas talento, raça, disponibilidade atlética, coragem e vontade para o conseguir não lhe faltam.
Agora, a missão não será fácil. É preciso continuar a evoluir, a sofrer dentro do campo e (muito importante) encontrar maneira de melhorar o seu crónico problema com o serviço.

Quem ambiciona chegar longe neste competitivo mundo do ténis não pode ter momentos de tanta debilidade a servir. E se Michelle consegue vitórias impressionantes mesmo a oferecer pontos atrás de pontos às adversárias, imagine-se o que poderá suceder se, por exemplo, só falhar metade das vezes...

Para já, Michelle confirmou que é uma tenista "a sério" e não apenas um produto de "marketing". Quem joga assim (e sendo tão jovem) só o faz porque, de facto, tem potencial acima da média.

Registe-se ainda que, para além dos 220 pontos para o "ranking" - que lhe vão valer a entrada no "top-100" - e do prémio de 40.600 euros, Michelle sai de França com um recorde: nunca um português tinha chegado tão longe numa etapa de um Grand Slam. E também nenhum havia estado no "court" principal num dos quatro principais torneios mundiais. É evidente que também ganhou alguns "inimigos".
Os franceses - e Rezai em particular - não gostaram de a ver gemer tanto. Efectivamente, pode não ser agradável escutar toda aquela gritaria, mas só quem não a conhece é que pode imaginar que tal seria um estratagema para irritar a adversária. Alguém se aborrece com a russa Maria Sharapova por berrar tanto ou mais? Mas, como Michelle já admitiu publicamente, nem todos gostam dela. Nós, os portugueses, gostamos...

in www.record.pt